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O dia em que Ganso ganhou o jogo para o Sevilla

Felipe Portes
Yahoo Esportes
Foto: Divulgação/Sevilla

Já se passavam mais de 100 dias desde o último jogo de Ganso pelo Sevilla. Contratado em 2016 para ser um dos destaques da equipe de Jorge Sampaoli, o meia saiu do São Paulo com altas expectativas para a sua primeira passagem na Europa. Eis que, no fim da temporada, ele reaparece para dar um gostinho do seu talento.

Vamos lembrar a última vez que Ganso apareceu com destaque (negativo): no jogo contra o Real Madrid, o meia saiu ainda no intervalo e foi acusado de ser “um a menos” em campo pela imprensa espanhola, na Copa do Rei. O placar foi de 3-0 e gerou um turbilhão de críticas ao ex-São Paulo. Fato é que Sampaoli culpava-o pela postura nos treinamentos e que isso era crucial para o seu pouco aproveitamento. Sem a mesma moral do início da temporada e nenhuma grande ambição, o treinador mudou o discurso após o show de Ganso na sexta-feira.

Contra o Granada, o Sevilla precisava vencer para se manter na quarta colocação e perto de uma nova vaga na Liga dos Campeões. Graças a Ganso, que foi titular, os rojiblancos fizeram um gol aos 4 minutos e outro logo após a volta do intervalo. Mostrando bom posicionamento e atenção, o atleta teve frieza para tirar o marcador da jogada e marcar o primeiro. Já no segundo, foi puro oportunismo para se colocar no meio da área e receber uma assistência de Sarabia. Um simples toque na bola serviu para fechar a conta.

Reaparecer no elenco em um momento como este é essencial para Ganso continuar sua carreira na Europa. Se aproveitado da forma correta, ninguém duvida que ele possa se firmar como titular e ser importante na campanha de sua equipe. Por mais que as declarações tenham mostrado certo comodismo por parte do jogador, a energia demonstrada e a inspiração da última sexta-feira mostram que o velho Ganso ainda está disposto a oferecer algo para o Sevilla.

Espera-se que Sampaoli tenha reconhecido que deixar Ganso de fora este tempo todo não fez bem a ninguém. Dar mais chances a um jogador desprestigiado poderia ser muito prejudicial neste ponto da carreira, mas aí está Ganso para nos provar que é possível dar a volta por cima em um ano ruim. O natural é que ele ganhe sequência para os últimos jogos e estabeleça seu domínio na posição.

Para quem ouvia Ganso reclamar que não precisava correr muito nos jogos, a repentina aparição em outros termos é uma surpresa. Mas na realidade, não muda muito do Ganso que conseguiu reencontrar o bom futebol nos tempos de São Paulo. A questão é que os espanhóis não tinham visto isso dele ainda.

Sampaoli ganhou um grande reforço para a sequência do trabalho, isto é, se o argentino continuar mesmo no cargo. Além de tudo, Ganso ganhou sobrevida para a próxima temporada, de forma que mereça muito mais minutos para provar se foi ou não uma boa contratação. Antes de sexta-feira, a impressão era péssima. Algo que já mudou com os dois gols diante do Granada.

Daqui do Brasil, depois de seis anos sob pressão, sabemos que Ganso pode ser muito útil se quiser. E querer é uma parte determinante nessa equação. Treze jogos para alguém que custou 9 milhões de euros é muito pouco.



É A AUDIÊNCIA ESTÚPIDO!

» Públicado por Aguinaldo Silva em jan 16, 2012 | 457 comentários

 

DE QUEM É O BEBÊ

DE “FINA ESTAMPA”?

VOCÊ DECIDE!

 

Guardei para o terço final de “Fina Estampa” uma das subtramas que considero mais fortes na novela: é aquela sobre a questão da fertilização in vitro. Alguns anos atrás essa história pareceria absurda na vida real e até mesmo na ficção: uma mulher que cria na própria barriga, dá à luz e amamenta o filho de outra? “Esse mundo está perdido”, diria minha mãe, dona Maria do Carmo Ferreira da Silva, se chegasse aos nossos dias e soubesse que isso já é possível.

Pois essa é a história que envolve Esther, Beatriz, Paulo e Guaracy, as personagens centrais de um tortuoso quinteto. Eu escrevi quinteto? Escrevi sim, porque é isso mesmo, um quinteto. Tudo começou, ainda na primeira semana da novela, quando, por conta de uma carona de helicóptero, Esther e Paulo conheceram o quinto elemento: a dra. Danielle Fraser, médica, cientista e pesquisadora, especialista em fertilização in vitro ou seja: em fertilizar o óvulo doado de uma mulher com o esperma doado por um desconhecido e enxertá-lo numa segunda mulher, que dará à luz a criança gerada por ambos sem que eles jamais venham a saber disso.

A trama surgiu devagar, sem pressa, e foi levada até o capítulo 120, altura em que começa o terço final da novela… Quando eu a acelerei até que agora, no momento em que escrevo, ela atinge o auge. A dra. Danielle Fraser, acusada de ir além dos limites da ética neste caso, é denunciada e perseguida… Enquanto Esther e Bia se engalfinham na justiça pela posse da criança.

Esta é a questão que se coloca: quem é a mãe nesse caso, a biológica ou aquela que hospedou a criança? Segundo a justiça brasileira é a segunda, já que a primeira, ao doar o óvulo, assinou um documento renunciando a qualquer direito sobre o bebê que nascerá dele. Mas…

Sim, nas novelas sempre tem um mas… Que é justamente o mais. Neste caso Danielle ao perceber que Esther, por coincidência, escolheu pra doador o semen do irmão dela – que teve um caso com Bia e morreu num acidente antes de poder realizar o sonho de poder ter um filho com esta -, resolveu brincar de Deus e realizar este sonho do irmão mesmo depois dele morto.

O resultado disso é Vitória, a filha que Esther criou na barriga e à qual deu à luz… E que Bia reivindica como sua. Neste caso específico, em que a doação foi manipulada pela médica, a posição da Justiça muda? É o que a novela vai discutir… E é o que vocês podem decidir na enquete que hoje estreamos. Vote aí do lado e ajude o autor de “Fina Estampa” a decidir: Esther ou Beatriz – quem é a mãe da pequenina Vitória?

 

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ERA UMA VEZ… UM CONTO

DE FADAS PORTUGUÊS

 

O clip acima é o promo de “Intriga Fatal”, que ontem inaugurou uma sequência de telefilmes na TVI, canal da televisão portuguesa. A novidade: o co-autor dessa história é João Sequeira (de Sousa), nosso comentarista desde os antigos tempos do blog, cuja vontade de se tornar um roteirista o levou a ir à luta de modo tão sadiamente obsessivo que ele acabou por ser descoberto e agora, com esse telefilme, está começando a sua carreira co-assinando um roteiro com ninguém menos que Rui Vilhena. Para contar sua história de yes, we can, pedi ao João que escrevesse como foi que ele chegou lá, e ele o fez, no texto que publicamos abaixo. Bem vindo ao clube João quereeeedo, e que, como você, venham muitos outros novos roteiristas, principalmente saídos aqui de nossas conversas no Portal. Na foto abaixo, tirada num restaurante da cidade do Porto, João Sequeira é o de camisa amarela, e ao lado dele está Cláudia Barreiro outra boa amiga  e comentarista nossa desde os tempos do blogão.

 

 

 Se há um ano atrás me dissessem que teria um trabalho meu exibido na televisão, escrito com um autor consagrado e protagonizado por duas das maiores estrelas portuguesas, não acreditaria. Contudo, dia 21 de Janeiro, pelas 23h20, a TVI estreou o telefilme “Intriga Fatal” co-escrito por Rui Vilhena e João Sequeira, estrelado por Maria João Bastos (“O Clone”) e Albano Jerónimo (protagonista do remake de “Dancin’ Days”), dirigido por António Borges Correia.

Este telefilme não é o resultado de um ano de trabalho, mas sim de dez. Como não tenho o fator “quem indicou”, só me restava uma saída: ser persistente e não recear o julgamento dos outros. Escrevi dezenas de sinopses (hoje sei que, tecnicamente, são péssimas) e enviei para todos os contatos que descobria. Não há nada mais frustrante do que não receber qualquer tipo de resposta, o que é bem pior do que uma resposta negativa. Por isso, o primeiro agradecimento que tenho que fazer dirige-se a todos aqueles que me ignoraram (e ignoram!), pois motivaram-me a persistir.

Cheguei, porém, a três pessoas, a quem serei grato eternamente e que, por algum motivo que desconheço, acharam, através dos trabalhos que lhes enviei, que eu poderia valer a pena. O primeiro, Aguinaldo Silva, que várias vezes me disse para não desistir, assegurando-me que um dia, quando chegasse ao meu lugar, compreenderia que todo o esforço feito valera a pena. Com o segundo, António Barreira, vencedor do Emmy para Melhor Novela em 2010, adquiri o hábito de comentar as produções teledramatúrgicas que são exibidas e aprendo a epopeia que é escrever para televisão. O terceiro, o grande Rui Vilhena, ensinou-me – pacientemente! – como se constrói e estrutura uma estória e como esta se transforma em roteiro.

Eu aceitei de imediato o convite que me foi feito, mas coloquei uma condição ao Rui: ele não podia recear chamar-me a atenção quando estivesse a fazer algo errado. Por isso, quando o Rui me dizia, “João, liga a parabólica!”, já sabia que estava a pensar e escrever asneiras.

A ideia inicial de “Intriga Fatal” foi do Rui. A partir daí, e num verdadeiro trabalho de equipa, o telefilme começou a encorpar-se. Joana Jorge, o braço direito do Rui, contribuiu garimpando, cirurgicamente, ideias e texto. De todo o processo, o mais fácil e estimulante foi estruturar a trama. O mais difícil, a construção das personagens e o esforço de não as descaracterizar em função do que se queria contar. Quantas vezes escrevia uma coisa e o Rui ou a Joana me diziam: “A Bárbara não pode dizer uma coisa dessas… Tens que entrar na cabeça dela!”. Contudo, cada erro cometido valeu a pena…

Acredito que, um dia, vou ter o privilégio de fazer o mesmo por outro aspirante a roteirista. Tenho que agradecer, mais uma vez, ao Rui, o convite feito a um desconhecido inexperiente para partilhar algo tão pessoal como a criação de uma estória.

Espero que tenham a oportunidade para assistir a “Intriga Fatal”, que gostem e… que novas propostas surjam!

 

 

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BI BI, FOM FOM!

“Fina Estampa”, como vocês sabem, é a novela de todos nós. Ela fala de pessoas comuns, que a gente reconhece na hora, e que poderiam morar bem ali na nossa esquina. Mesmo as personagens mais alopradas  dessa novela, como Tereza Cristina e Crô, têm uma humanidade que as torna pessoas normais, porque há uma diferença enorme entre recriar pessoas normais e fazer das pessoas normais criaturas idealizadas… E irreais. Por falar de pessoas que o telespectador reconhece é que “Fina Estampa” conta com a fidelidade dele desde o capítulo de estréia, uma fidelidade tão grande que faz com que a novela bata récordes de audiência, como este da semana passada, que vocês vêem no quadro aí em cima: 44 pontos de média semanal foi coisa que as últimas novelas só atingiram no final… E nós estamos apenas começando! O resto é conversa fiada: por que, diante desse quadro, há como alguém ser honesto dizendo que outra novela que não “Fina Estampa” conquistou o coração do público?…

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OUTRO ENCONTRO FELIZ NA LOCANDA!

 

Feriado no Rio de Janeiro, e lá na Serra mais um encontro feliz na Locanda della Mimosa. A atriz Laura Proença, na foto acima com o filhote Leonardo (o pai dele, Rafael Icaza, está viajando) lá esteve (na foto abaixo pela ordem) em companhia do irmão Daniel,  dos sogros, Gabriela e Homero Icaza, e dos pais, Marly Lisboa e Miguel Proença.  Uma bela tarde, casa lotada, muito papo, eu falando pelos cotovelos depois de ficar uma semana isolado e sozinho em minha casa em Itaipava… Legalérrimo! Antes que elas chegassem ainda tive tempo de dar uma conferida na magnífica biblioteca sobre gastronomia e vinhos da casa (que fica aberta aos hóspedes), e de curtir a o prêmio de Destaque Empresarial do Ano que nos foi conferido pela Câmara Municipal de Petrópolis por iniciativa do vereador Paulo Igor.

 

 

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DIA DE VINHO E DE ROSAS NA LOCANDA!

Aniversário de Lilian Seldin na Locanda della Mimosa: na foto, a partir da esquerda: Miguel Paiva, Susana Queiroz, Ângela Vieira, Susana Vieira, Ele, Lilian Seldin e Sandro Pedroso. Mais fotos lá embaixo, depois do artigo sobre a audiência.

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“Audiência não é sinônimo de qualidade!” – disse a vovó de Chapeuzinho Vermelho ao Lobo Mau… Ao que ele respondeu: “é mermo?” E – shlupt! – a devorou de cabo a rabo.

É isso mesmo – shlupt! – que “Fina Estampa” faz com a concorrência, e também com aquela parte mínima – mas cheia de rancor e ressentimento – da mídia que insiste em minimizá-la. Quando uma novela, em termos de audiência, dá dez vezes mais que a emissora segunda colocada, bom… Há ou não há que respeitá-la?

Pois não existe argumento mais furado que este segundo o qual audiência não é sinônimo da qualidade… Já que estamos falando de televisão aberta, e nesta o que conta é a audiência – ela tem que ir aos píncaros ou os salários atrasam.

O que as emissoras abertas de televisão buscam é audiência – a maior possível: esta, segundo os critérios delas, é que é o sinônimo de qualidade. E o mesmo se pode dizer das emissoras de tevê a cabo, que no Brasil dão mais espaço aos anúncios que ao conteúdo, e que por isso disputam a audiência que lhes cabe décimo a décimo.

É por isso que se trava uma guerra surda de bastidores, entre as emissoras de televisão – abertas mais, fechadas não tão menos -, pra ver quem é que abiscoita a preferência da assim chamada nova classe média brasileira, aquela que era C e agora virou B. A turma da Fundação Getúlio Vargas diz que existe uma diferença fundamental entre esta classe média e aquela outra tradicional, que antigamente morava na Tijuca (mas saiu correndo de lá por causa das balas perdidas vindas do Borel e adjacências): aquela só pensava no ter, no consumo, a de agora pensa no ser, no bem estar nem sempre material. Enquanto isso, alheia ao que dizem a seu respeito os cientistas da FGV, a nova classe média consome adoidado, se farta de bens materiais sim… E vê “Fina Estampa”.

Esse é um fato inconteste: é da nova classe média os cinco pontos a mais que a novela vem mantendo, noite após noite, sobre as que a precederam. Ou seja: ela pega o público tradicional da novela  das 21h – as classes A e B – e faz uma verdadeira razia no público que habitualmente via a Record e o SBT. É sintomático que o terror dos sábados à noite, o programa do talentoso e esforçado Rodrigo Faro, tenha descido de dois para um dígito nos minutos em que enfrenta a novela: não há imitação de Beyoncé que resista ao furacão de três nomes – Griselda, Cro e Tereza Cristina.

Eu avisei antes, e quem não levou em conta dançou – o que eu ia fazer dessa vez era uma novela popularíssima. Se eu sabia desde o começo que ia dar certo? Claro que não ó Zé Ruela, cada novela que faço pra mim é sempre a primeira, e dessa vez, como nas outras, eu tinha as maiores dúvidas.

Mas o fato é que “Fina Estampa”, com suas histórias do dia a dia e personagens que podiam morar ali na esquina, desde o primeiro capítulo pegou na veia. E eu já sei que isso provocou uma comoção tal que já está a interferir nas próximas novelas. Temos que ir onde o povo está – essa é a nova regra.

Porque o Brasil mudou, a audiência mudou, e se esta não fosse sinônimo de qualidade, não tenham duvidas: em vez de “Fina Estampa” a Rede Globo estaria exibindo às 21h os filmes de Ingmar Bergman e David Lynch e aí, pontualmente nesse horário, as classes A, B.C, D e quantas mais existam já estariam dormindo.







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