CELPIP: conheça o teste de proficiência canadense | Já Fez as Malas? roupas de ganso canadense

CELPIP: conheça o teste de proficiência canadense

De sigla curiosa e poucos conhecedores desse sistema, o CELPIP, ou Canadian English Language Proficiency Index Program é capaz de colocar muitas pessoas em dúvida sobre qual teste de proficiência escolher qsqmmccc. canada goose kensington parka venditana hora de pleitear uma bolsa de estudos, uma oportunidade de trabalho ou uma cidadania em solo estrangeiro.

Mas a questão principal que nos leva ao CELPIP não consiste nessa dúvida, mas no significado e na importância dele para àqueles que estejam atrelados à atividades no Canadá – e precisem de comprovativos de um vínculo linguístico.

O que é o CELPIP?

Quando falamos em testes de proficiência na língua inglesa, certamente nos vêm à mente nomes como o IELTS (International English Language Testing System) ou TOEFL (Test of English as a Foreign Language), certo? Mas e CELPIP. Como você pode fazer uso desse programa?

O caso do CELPIP, como já se fez claro no nome dessa sigla, é mais específico que os demais. Ao invés de ser um exame de proficiência em inglês aceito nos países onde este é o idioma nativo, o CELPIP tem validade somente em território canadense.

A restrição do exame se estende também ao uso do resultado do mesmo, uma vez que permitirá somente processos para fins de imigração (aceito pelo IRCC – Immigration, Refugees and Citizenship Canada) e admissão em algumas instituições de ensino superior no país, geralmente relacionadas a área da saúde. Basicamente, não há nenhuma outra finalidade para a realização de tal teste.

Como funciona

Assim como o IELTS, o CELPIP também possui duas opções de avaliar a proficiência aos que necessitam desse exame, sendo eles o CELPIP General e General LS. Veja quais são as diferenças:

Em ambos os casos, o teste visa abranger o inglês canadense, bem como seus sotaques e expressões mais particulares com a finalidade de fazê-lo imergir nas atividades cotidianas do país.

O exame, ao contrário do IELTS, é executado 100% através de um computador; o tomador não possui qualquer contato com examinadores durante a execução do teste. Para completar as questões de Reading e Writing usam-se o mouse e teclado e, para Listening e Speaking será fornecido um headset e microfone.

A duração do exame se dá aproximadamente e por módulos, sendo a duração do Listening, de 47 a 55 minutos; Reading, 55 a 60 minutos; Writing; 53 a 60; e Speaking, de 15 a 20 minutos. O formato do teste, bem como o número de questões para cada segmento da avaliação podem ser consultados através do site do CELPIP.

A pontuação dos níveis de proficiência é determinada por valores que tem início em M (0, 1 e 2), considerado um conhecimento mínimo ou insuficiente, e vai até a máxima de 12 pontos – conhecimento avançado no idioma.

O resultado estará disponível online dentro de 8 dias úteis, porém os tomadores podem ainda solicitar a modalidade Express Rating e ter suas notas dentro de 3 dias úteis. Essa agilidade a mais tem custo de CAD$ 70 + taxa para o General LS e CAD$ 100 ou CAD$ 150 + taxa no General Test.

E será que você está pronto para alcançar a nota máxima no CELPIP? Veja no site do programa a nova ferramenta de Test Preparation, onde o candidato poderá realizar um teste gratuito e sem validade para testar seus conhecimentos após um breve cadastro no site ou aplicar para um preparatório a ser realizado no Canadá mediante formulário de inscrição.

Quem deve fazer

O CELPIP é o único teste canadense aprovado e direcionado para assuntos de imigração, refugiados e residência permanente para fins de estudo ou trabalho (com algumas limitações específicas). Basicamente, o exame prova a proficiência em inglês de candidatos com interesse em:

  1. Canadian Experience Class (CEC)
  2. Federal Skilled Trades Program (FSTP)
  3. Federal Skilled Worker Program (FSWP)
  4. Start-up Visa Program
  5. Diversos outros programas de nomeação provincial

Quando e como se inscrever?

Ao contrário dos demais testes de proficiência, o CELPIP é realizado somente em território canadense ou em alguns pontos nos Emirados Árabes Unidos, precisamente na cidade de Dubai. No total, são 30 postos de aplicação do exame.

Para começar, basta acessar o Test Locations disponibilizado no site, escolher a cidade em que deseja realizar a prova e clicar em Open, para dar início ao registro online. É possível também efetuar um registro direto (sem a necessidade de abrir o mapa) ou enviar um formulário específico por correio para a unidade selecionada, mas nunca pessoalmente.

No Canadá, os custos para inscrição ficam em média a CAD$ 265, e em Dubai essa taxa fica em CAD$ 318. O pagamento pode ser feito por cartões de crédito VISA, MasterCard e American Express ou meios como PayPal e money order via email.

As avaliações são aplicadas pelo Paragon Testing Enterprises, uma subsidiária da Universidade de British Columbia. Portanto, a instituição disponibiliza uma diversidade de materiais para que as pessoas possam estudar e então aplicar com exatidão os conteúdos solicitados nos CELPIP.

Através da CELPIP Store é possível comprar esses materiais, seja em livros físicos ou digitais. Maiores dúvidas sobre o processo podem ser solicitados através do telefone 1-800-958-5186 ou pelo email info@celpip.ca.

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segunda-feira, 11 de junho de 2012

Cultura de alguns paises que falam a lingua inglesa


A língua está intimamente relacionada com a cultura do lugar, e por isso é importante que você conheça a cultura dos outros países.
Estados Unidos


A cultura estadunidense é a que mais exerce influência no mundo, atualmente. Desde a ascensão do país ao posto de potência mundial, a partir da Segunda Guerra Mundial, seus filmes, músicas, programas de televisão, esportes, tecnologia, culinária, arquitetura, moda, ciência e estilo de vida tornaram-se referências fundamentais em todos os países do mundo.
 

Segundo levantamento das melhores universidades do mundo feito pela universidade Xangai Jiao Tong em 2009, oito das dez melhores universidades do mundo são estadunidenses.
 

A literatura estadunidense, embora não tenha uma importância mundial tão grande quanto o seu cinema, por exemplo, possui autores mundialmente famosos, como James Fenimore Cooper (1789-1851), Ralph Waldo Emerson (1803-1882), Edgar Allan Poe (1809-1849), Henry David Thoreau (1817-1862), Herman Melville (1819-1891), Walt Whitman (1819-1892), Louisa May Alcott (1832-1888), Jack London (1876-1916), Scott Fitzgerald (1896-1940), William Faulkner (1897-1962), Ernest Hemingway (1899-1961), John Steinbeck (1902-1968), Ray Bradbury (1920- ) e Jack Kerouak (1922-1969).
 

No campo da culinária, são maior contribuição ao mundo é o fast food, estilo de comida que se caracteriza pela rapidez de preparo, de atendimento e de consumo. É um tipo de alimentação composto principalmente por sanduíches (hambúrgueres e cachorros-quentes) e bebidas (refrigerantes e milkshakes) ricos em açúcar e gordura, o que fez com que passasse a ser combatido pela medicina a partir do final do século XX. Outra contribuição estadunidense para a culinária mundial foi a coca-cola, uma das bebidas mais disseminadas no mundo atualmente e que foi inventada pelo estadunidense John Pemberton em 1886, na cidade de Atlanta, na Geórgia. Com a popularização mundial da bebida, tornou-se um dos principais símbolos da cultura estadunidense no mundo.
 

Os estadunidenses possuem três esportes favoritos: o futebol estadunidense, o beisebol e o basquete. Apesar da influência cultural do país no resto do mundo, apenas este último é amplamente disseminado no mundo. Os estadunidenses também apreciam o hóquei no gelo.
 

A língua inglesa é a língua mais utilizada no país, embora minorias étnicas continuem a utilizar as línguas de seus territórios de origem, como o castelhano, o mandarim, o cantonês, o neerlandês, o japonês, o filipino, o navajo, o havaiano, o cherokee, o cree, o cheyenne, o choctaw e o creek. Quanto à música, alguns dos estilos mais famosos no mundo são de origem estadunidense, como o rock, o jazz, o rap, o hip hop, o funk, o soul, o rythm'n blues, o blues, o country e o gospel.
 

A religião predominante no país é o cristianismo, principalmente do ramo protestante. A minoria católica, porém, é numericamente significativa. Ela é composta, principalmente, por descendentes de imigrantes de países católicos, como a Itália, a Irlanda e os países da América hispânica. 


Canada




A cultura do Canadá é um produto da história e geografia do Canadá. A maior parte do território canadense foi ocupada e desenvolvida depois de outras colônias européias na América, o que resulta nos temas e símbolos de pioneiros, desbravadores e comerciantes foram importantes no início do desenvolvimento de sua cultura. A conquista Britânica de Quebec em 1759 colocou uma grande população francófona sob poder britânico criando uma necessidade de compromisso e acomodação, enquanto a chegada de migrantes das Treze colônias leais ao Reino Unido trouxe grande influências britânica e estadunidense.

Apesar de não ser livre de conflitos, as primeiras interações do Canadá com populações aborígenes foram relativamente pacíficas, comparadas às experiências com os povos indígenas nos Estados Unidos. Combinado com o desenvolvimento econômico relativamente tardio em várias regiões, essa história pacífica concedeu aos nativos uma influência relativamente forte na cultura nacional enquanto preservava sua própria identidade.


 Inglaterra 

A cultura da Inglaterra refere-se às normas culturais idiossincrásicas de Inglaterra e a povos ingleses. Por causa da posição dominante de Inglaterra dentro do Reino Unido quanto a população, a cultura inglesa é muitas vezes difícil de diferenciar-se da cultura do Reino Unido no conjunto. Contudo, há algumas práticas culturais que se associam especificamente com Inglaterra.

A cultura da Inglaterra também reúne fatos como a conquista anglo-saxã da Grã-Bretanha celta, a derrota do Rei Haroldo Godwinson na batalha de Hastings, em 1066, a Peste Negra que atingiu a Inglaterra em 1349, e matou possivelmente um terço da população, a Guerra das Rosas, que deu a vitória a Henrique VII Tudor, na batalha de Bosworth Field, em 1485, os conflitos religiosos e a guerra civil.

A Inglaterra possui uma vida cultural excepcionalmente vibrante. A língua inglesa é falada no mundo inteiro e possui uma tradição com grandes artistas, entre escritores, poetas e dramaturgos – de Shakespeare e Dickens a premiados escritores contemporâneos – que contribuíram em grande parte para a riqueza da língua inglesa.

Várias regiões e cidades têm associações com grandes artistas, escritores e músicos ingleses, tais como Stratford-upon-Avon (William Shakespeare), Lake District (William Wordsworth), Stroke-on-Trent (Arnold Bennett), Haworth (as irmãs Bronte), Dorset (Thomas Hardy) e Cotswolds (Laurie Lee); Essex e Suffolk (John Constable) e Salford (L.S. Lowry); e Worcestershire (Edward Elgar) e Aldeburgh (Banjamin Britten).

Londres e as outras grandes cidades têm vários centros culturais, incluindo grandes galerias de arte, muitos museus de renome, além de teatros, casas de ópera, de balé e de concertos. Muitos teatros localizados fora de Londres recepcionam espetáculos organizados por empresas nacionais de teatro, dança e ópera. A cultura popular também se desenvolve bem na Inglaterra, assim como em outros lugares do Reino Unido: há muitos tipos de música popular e estilos de teatros, tais como pantomima e musicais, festivais de jazz e apresentações de comediantes.

A Inglaterra é um do pólos mundiais de música pop. Bandas inglesas tais como Spice Girls e Oasis são estrelas internacionais, com uma grande quantidade de fãs. Entretanto, há também uma impressionante rede de orquestras e companhias de óperas, além de vários conjuntos de jazz e de improvisação, de música asiática, africana e caribenha, dentre outros.

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segunda-feira, 11 de junho de 2012

Cultura de alguns paises que falam a lingua inglesa


A língua está intimamente relacionada com a cultura do lugar, e por isso é importante que você conheça a cultura dos outros países.
Estados Unidos


A cultura estadunidense é a que mais exerce influência no mundo, atualmente. Desde a ascensão do país ao posto de potência mundial, a partir da Segunda Guerra Mundial, seus filmes, músicas, programas de televisão, esportes, tecnologia, culinária, arquitetura, moda, ciência e estilo de vida tornaram-se referências fundamentais em todos os países do mundo.
 

Segundo levantamento das melhores universidades do mundo feito pela universidade Xangai Jiao Tong em 2009, oito das dez melhores universidades do mundo são estadunidenses.
 

A literatura estadunidense, embora não tenha uma importância mundial tão grande quanto o seu cinema, por exemplo, possui autores mundialmente famosos, como James Fenimore Cooper (1789-1851), Ralph Waldo Emerson (1803-1882), Edgar Allan Poe (1809-1849), Henry David Thoreau (1817-1862), Herman Melville (1819-1891), Walt Whitman (1819-1892), Louisa May Alcott (1832-1888), Jack London (1876-1916), Scott Fitzgerald (1896-1940), William Faulkner (1897-1962), Ernest Hemingway (1899-1961), John Steinbeck (1902-1968), Ray Bradbury (1920- ) e Jack Kerouak (1922-1969).
 

No campo da culinária, são maior contribuição ao mundo é o fast food, estilo de comida que se caracteriza pela rapidez de preparo, de atendimento e de consumo. É um tipo de alimentação composto principalmente por sanduíches (hambúrgueres e cachorros-quentes) e bebidas (refrigerantes e milkshakes) ricos em açúcar e gordura, o que fez com que passasse a ser combatido pela medicina a partir do final do século XX. Outra contribuição estadunidense para a culinária mundial foi a coca-cola, uma das bebidas mais disseminadas no mundo atualmente e que foi inventada pelo estadunidense John Pemberton em 1886, na cidade de Atlanta, na Geórgia. Com a popularização mundial da bebida, tornou-se um dos principais símbolos da cultura estadunidense no mundo.
 

Os estadunidenses possuem três esportes favoritos: o futebol estadunidense, o beisebol e o basquete. Apesar da influência cultural do país no resto do mundo, apenas este último é ax4Mx4Munidenses também apreciam o hóquei no gelo.
 

A língua inglesa é a língua mais utilizada no país, embora minorias étnicas continuem a utilizar as línguas de seus territórios de origem, como o castelhano, o mandarim, o cantonês, o neerlandês, o japonês, o filipino, o navajo, o havaiano, o cherokee, o cree, o cheyenne, o choctaw e o creek. Quanto à música, alguns dos estilos mais famosos no mundo são de origem estadunidense, como o rock, o jazz, o rap, o hip hop, o funk, o soul, o rythm'n blues, o blues, o country e o gospel.
 

A religião predominante no país é o cristianismo, principalmente do ramo protestante. A minoria católica, porém, é numericamente significativa. Ela é composta, principalmente, por descendentes de imigrantes de países católicos, como a Itália, a Irlanda e os países da América hispânica. 


Canada




A cultura do Canadá é um produto da história e geografia do Canadá. A maior parte do território canadense foi ocupada e desenvolvida depois de outras colônias européias na América, o que resulta nos temas e símbolos de pioneiros, desbravadores e comerciantes foram importantes no início do desenvolvimento de sua cultura. A conquista Britânica de Quebec em 1759 colocou uma grande população francófona sob poder britânico criando uma necessidade de compromisso e acomodação, enquanto a chegada de migrantes das Treze colônias leais ao Reino Unido trouxe grande influências britânica e estadunidense.

Apesar de não ser livre de conflitos, as primeiras interações do Canadá com populações aborígenes foram relativamente pacíficas, comparadas às experiências com os povos indígenas nos Estados Unidos. Combinado com o desenvolvimento econômico relativamente tardio em várias regiões, essa história pacífica concedeu aos nativos uma influência relativamente forte na cultura nacional enquanto preservava sua própria identidade.


 Inglaterra 

A cultura da Inglaterra refere-se às normas culturais idiossincrásicas de Inglaterra e a povos ingleses. Por causa da posição dominante de Inglaterra dentro do Reino Unido quanto a população, a cultura inglesa é muitas vezes difícil de diferenciar-se da cultura do Reino Unido no conjunto. Contudo, há algumas práticas culturais que se associam especificamente com Inglaterra.

A cultura da Inglaterra também reúne fatos como a conquista anglo-saxã da Grã-Bretanha celta, a derrota do Rei Haroldo Godwinson na batalha de Hastings, em 1066, a Peste Negra que atingiu a Inglaterra em 1349, e matou possivelmente um terço da população, a Guerra das Rosas, que deu a vitória a Henrique VII Tudor, na batalha de Bosworth Field, em 1485, os conflitos religiosos e a guerra civil.

A Inglaterra possui uma vida cultural excepcionalmente vibrante. A língua inglesa é falada no mundo inteiro e possui uma tradição com grandes artistas, entre escritores, poetas e dramaturgos – de Shakespeare e Dickens a premiados escritores contemporâneos – que contribuíram em grande parte para a riqueza da língua inglesa.

Várias regiões e cidades têm associações com grandes artistas, escritores e músicos ingleses, tais como Stratford-upon-Avon (William Shakespeare), Lake District (William Wordsworth), Stroke-on-Trent (Arnold Bennett), Haworth (as irmãs Bronte), Dorset (Thomas Hardy) e Cotswolds (Laurie Lee); Essex e Suffolk (John Constable) e Salford (L.S. Lowry); e Worcestershire (Edward Elgar) e Aldeburgh (Banjamin Britten).

Londres e as outras grandes cidades têm vários centros culturais, incluindo grandes galerias de arte, muitos museus de renome, além de teatros, casas de ópera, de balé e de concertos. Muitos teatros localizados fora de Londres recepcionam espetáculos organizados por empresas nacionais de teatro, dança e ópera. A cultura popular também se desenvolve bem na Inglaterra, assim como em outros lugares do Reino Unido: há muitos tipos de música popular e estilos de teatros, tais como pantomima e musicais, festivais de jazz e apresentações de comediantes.

A Inglaterra é um do pólos mundiais de música pop. Bandas inglesas tais como Spice Girls e Oasis são estrelas internacionais, com uma grande quantidade de fãs. Entretanto, há também uma impressionante rede de orquestras e companhias de óperas, além de vários conjuntos de jazz e de improvisação, de música asiática, africana e caribenha, dentre outros.

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